Incentivo à produção local.

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Abundância

"Um estudo realizado durante 30 anos no Reino Unido mostra que a agricultura biológica é mais eficiente que a agricultura química em todas as áreas"Podemos encontrar conclusões semelhantes no mais recente e abrangente estudo, realizado pelo Centro de Serviços de Investigação do Parlamento Europeu (CSIPE).A agricultura biológica e dos pequenos agricultores gera mais abundância do que as monoculturas e as grandes empresas. Somos iludidos de que existe falta de comida no mundo. Atualmente o alimento produzido dá para alimentar duas vezes a população. A questão essencial prende-se na distribuição do alimento e no enorme desperdício gerado. Contrariamente, à ideia geral disseminada, são os pequenos agricultores que alimentam o mundo produzindo mais de 70% de toda a comida. Os pequenos agricultores aproveitam cada pedaço de terra ao máximo, criando simbioses de plantas e ecossistemas em modelos sustentáveis, gerando abundâncias amazónicas. O incentivo à produção local é também uma das melhores resoluções à questão da distribuição e do desperdício.As grandes empresas tentam vender a ideia de que são essenciais e que é graças a estes que temos comida. Esta mesma ideia tenta ser disseminada pelas corporações, que pretendem patentear e monopolizar o alimento, através da introdução de alimentos transgénicos. Alegam a "falta" de comida e que têm a "solução".Amig@s a escassez vem do apertar o cinto e da monopolização. A abundância é sempre derivada da diversidade e da pluralidade. Podemos observar este princípio fundamental num simples passeio por uma rica floresta.FONTES:http://www.worldometers.info/http://www.worldometers.info/world-population/http://countrymeters.info/en/Portugalhttps://youtu.be/x7Z7MdEeiMs?t=20m26shttp://alqimia.org/bio-e-vida/United Nations Population Division, World Health Organization (WHO), Food and Agriculture Organization (FAO), International Monetary Fund (IMF), and World Bank.United Nations Department of Economic and Social Affairs: Population Division external linkhttps://esa.un.org/unpd/wpp/www.europarl.europa.eu/RegData/etudes/STUD/2016/581922/EPRS_STU(2016)581922_EN.pdf

Publicado por Macrobiotices em Quarta-feira, 10 de Maio de 2017

“Um estudo realizado durante 30 anos no Reino Unido mostra que a agricultura biológica é mais eficiente que a agricultura química em todas as áreas”

Podemos encontrar conclusões semelhantes no mais recente e abrangente estudo, realizado pelo Centro de Serviços de Investigação do Parlamento Europeu (CSIPE).

A agricultura biológica e dos pequenos agricultores gera mais abundância do que as monoculturas e as grandes empresas. Somos iludidos de que existe falta de comida no mundo. Atualmente o alimento produzido dá para alimentar duas vezes a população. A questão essencial prende-se na distribuição do alimento e no enorme desperdício gerado. Contrariamente, à ideia geral disseminada, são os pequenos agricultores que alimentam o mundo produzindo mais de 70% de toda a comida. Os pequenos agricultores aproveitam cada pedaço de terra ao máximo, criando simbioses de plantas e ecossistemas em modelos sustentáveis, gerando abundâncias amazónicas. O incentivo à produção local é também uma das melhores resoluções à questão da distribuição e do desperdício.

As grandes empresas tentam vender a ideia de que são essenciais e que é graças a estes que temos comida. Esta mesma ideia tenta ser disseminada pelas corporações, que pretendem patentear e monopolizar o alimento, através da introdução de alimentos transgénicos. Alegam a “falta” de comida e que têm a “solução”.

Amig@s a escassez vem do apertar o cinto e da monopolização. A abundância é sempre derivada da diversidade e da pluralidade. Podemos observar este princípio fundamental num simples passeio por uma rica floresta.

FONTES:
http://www.worldometers.info/
http://www.worldometers.info/world-population/
http://countrymeters.info/en/Portugal
http://alqimia.org/bio-e-vida/
United Nations Population Division, World Health Organization (WHO), Food and Agriculture Organization (FAO), International Monetary Fund (IMF), and World Bank.
United Nations Department of Economic and Social Affairs: Population Division external link
https://esa.un.org/unpd/wpp/
www.europarl.europa.eu/…/2016/5…/EPRS_STU(2016)581922_EN.pdf